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Escola suspende aulas após mulher tentar invadir prédio com facão em Sinop

Decisão foi tomada em uma assembleia extraordinária com os pais e representantes da escola. Segundo a diretora, a mulher tem transtornos mentais

Postado em 29/03/2019 às 19:50 |

As aulas na Escola Estadual Olímpio João Pissinati Guerra, foram suspensas a partir desta sexta-feira (29) depois de que uma mulher tentou invadir o prédio da unidade com um facão e ameaçar alunos e funcionários.

A Secretaria Estadual de Educação (Seduc) afirmou, por meio de nota, por meio da assessoria pedagógica de Sinop, está acompanhando o caso e tentando uma solução com orientação do Ministério Público Estadual (MPE). Na quinta-feira (28), a assessoria pedagógica protocolou um documento no MPE solicitando essas orientações.

Nesta sexta-feira (29), às 14h, a assessoria pedagógica acompanhará a direção da escola e os pais em uma reunião com o Ministério Público Estadual.

A decisão foi tomada em uma assembleia extraordinária com os pais e representantes da escola.

Segundo a diretora da escola, Micaele Carvalho, as atividades estão suspensas em todos os períodos por tempo indeterminado até que “medidas cabíveis sejam tomadas”.

“Tal decisão visa única e exclusivamente a segurança de todos os membros desta comunidade escolar. Informamos ainda que a Gestão Escolar já está fazendo tudo que está ao seu alcance para que nada de ruim aconteça”, diz trecho de uma publicação da diretora no Facebook.

A tentativa de invasão foi registrada na terça-feira (26).

Na ocasião, a mulher - que mora na frente da escola e tem transtornos mentais -, alegou que teve tijolos roubados por alunos da unidade e pegou o facão para tomar satisfações.

Ao ver a cena, os alunos correram e a funcionária responsável pelo portão, uma idosa de 63 anos, tentou impedir a entrada dela no portão. Só com a ajuda da diretora é que ela conseguiu trancar a entrada.

“A todo momento ela falava que ia entrar ia matar as crianças, que não tinha nada a perder. Os pais estão com medo de mandar os filhos”, contou Micaele, que registrou um boletim de ocorrência.


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